Em entrevista ao Jornal da USP, Marcos Buckeridge, professor do Instituto de Biociências da USP, explica a intenção da pesquisa: “Ao compreender como plantas e animais processam matéria orgânica, é possível identificar funções metabólicas que podem ser adaptadas para uso industrial”. O estudo utilizou a barata Periplaneta americana – a mesma espécie encontrada em ruas de ambientes urbanos. “O objetivo não seria criar usinas lotadas de baratas, mas entender como elas fazem uma digestão tão completa para podermos reproduzir isso em escala industrial”, afirma. Para o acadêmico, inspirar-se nas baratas pode ser a chave para aproveitar melhor o bagaço de cana-de-açúcar na indústria, por exemplo.
Autor
-
Gaby Souza é criador do MdroidTech, especialista em tecnologia, aplicativos, jogos e tendências do mundo digital. Com anos de experiência testando dispositivos e softwares, compartilha análises, tutoriais e notícias para ajudar usuários a aproveitarem ao máximo seus aparelhos. Apaixonado por inovação, mantém o compromisso de entregar conteúdo original, confiável e fácil de entender
&w=1024&resize=1024,1024&ssl=1)