Essa decisão surgiu ao perceber que muitos dos canais e podcasts que gosto de acompanhar publicam seus conteúdos prioritariamente no YouTube, em formato de videocast, e, às vezes, os episódios demoravam a chegar no Spotify. Além disso, o valor da assinatura do YouTube Premium para estudantes difere do Spotify em apenas R$ 4, e poder ter acesso a duas plataformas diferentes por um único valor foi um grande atrativo para mim. Por isso, listo abaixo quatro motivos que me levaram a deixar o Spotify e assinar o YouTube Premium.
Tenho feito isso com os podcasts que gosto de acompanhar, como o DeByte, X do Controle e o Edson Castro Show. Assim que os episódios são disponibilizados no YouTube, já baixo e coloco na fila para ouvir durante meus trajetos diários. A configuração que costumo usar quando só quero ouvir o conteúdo é baixar o vídeo em 144p e, depois, é só apertar o play e bloquear a tela do celular.
Toda mudança gera preocupações, e confesso que senti o mesmo ao decidir sair do Spotify e assinar o YouTube Premium. Uma das primeiras perguntas que fiz foi: “Será que dá para importar todas as minhas playlists, álbuns e podcasts favoritos do Spotify sem ter que selecionar um por um?” E sim, é possível, e o processo é mais tranquilo do que parece. Aliás, essa é uma das primeiras coisas que o YouTube Music pergunta ao usuário assim que o app é instalado.
Outro ponto que considero um grande atrativo do YouTube Premium, além de ter acesso a dois aplicativos diferentes, é a possibilidade de adicionar vídeos à fila no app. Embora isso já seja possível na versão para PC, acho essa alternativa ótima para deixar vídeos em reprodução enquanto faço outras tarefas, como faxina ou lavar a louça, deixando meus criadores favoritos me acompanharem. Além disso, o fato de não ter anúncios enquanto consumo conteúdo é outro benefício extremamente relevante para mim.
Mesmo que o Spotify Premium ainda seja mais barato que o YouTube Premium, com valores de R$ 12,90 e R$ 16,90 na categoria de planos para estudantes, a assinatura do YouTube dá acesso tanto à plataforma de vídeos quanto ao YouTube Music, o que pode agradar quem prefere manter seus conteúdos separados em aplicativos específicos.
No meu caso, a decisão veio principalmente por não aguentar mais o volume excessivo de anúncios em vídeos longos, que exigiam concentração para aproveitar o conteúdo. Além disso, por apenas R$ 4 a mais, vi a oportunidade de ouvir minhas músicas, manter minhas playlists e acompanhar meus criadores favoritos ao longo do dia sem interrupções. Por isso, não me arrependo de ter trocado o Spotify pelo YouTube Premium.
