A Prefeitura do Rio de Janeiro apresentou, nesta sexta-feira (26/12), no Centro de Operações e Resiliência (COR-Rio), na Cidade Nova, o Planejamento Operacional para o Réveillon Rio 2026 – A Maior Virada do Mundo.
Cerca de 7.500 agentes de 11 órgãos municipais atuarão na operação, que envolve transporte, fiscalização de trânsito, ordenamento urbano, limpeza, acolhimento, assistência social, prevenção à violência contra a mulher e atendimento de emergência.
Ao todo, 700 câmeras farão o monitoramento dos eventos pela cidade, sendo 307 instaladas em Copacabana, que deve receber mais de 2,5 milhões de pessoas. Entre os equipamentos, estão 14 novas câmeras com superzoom para apoio às ações de segurança.
Segundo estimativa do estudo “Réveillon em Dados”, elaborado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE), Fundação João Goulart e Riotur, a virada de 2025 para 2026 deve movimentar cerca de R$ 3,34 bilhões na economia municipal. O público esperado na orla de Copacabana é superior ao de 22 capitais brasileiras e maior do que o de 99,9% dos municípios do país.
Mobilidade
O acesso a Copacabana terá como prioridade o transporte público, com operação especial de metrô, trens e ônibus. A CET-Rio implantará bloqueios, desvios e sinalização em vias de Copacabana, Leme, Botafogo, Flamengo, Ipanema e Leblon para reforçar a segurança viária e o fluxo de pedestres.
Segurança e monitoramento
Uma base avançada do COR-Rio vai operar 24 horas em Copacabana, reunindo cerca de 200 operadores de diversos órgãos na Sala de Situação. O esquema inclui ainda uso de seis drones e atualização contínua de informações sobre clima, trânsito e transportes nos canais oficiais do COR-Rio. No total, 78 torres da Polícia Militar auxiliarão no monitoramento do público, e o acesso de pedestres contará com pontos de revista.
Entre as restrições previstas, estão a proibição da venda de garrafas de vidro por ambulantes, o cercamento irregular de áreas públicas, estacionamento nas vias interditadas pela CET-Rio, carga e recarga de mercadorias fora do horário permitido e ocupação de áreas maiores que as autorizadas para quiosques.
