Nesta quarta-feira (14/01), o Museu do Futebol, localizado em São Paulo, vai apresentar ao público visitante duas novas camisas históricas para o esporte: o uniforme do Santos Futebol Clube usado pelo Rei do Futebol na final da Taça Brasil de 1961 e uma camisa da Seleção Argentina autografada por Diego Maradona.
A troca de camisas acontece de maneira periódica, por meio de empréstimos, e as peças ficam em exposição por um tempo determinado. O uniforme autografado por Maradona, por exemplo, pertence ao ex-jogador Paulo Silas.
As novas peças vêm para substituir o uniforme usado por Pelé na final da Copa do Mundo de 1970 e a réplica da camisa da Seleção Argentina de 1986, presente que o craque argentino deu a Rivellino.
A partir de 2024, o museu passou a abrigar duas vitrines voltadas à celebração de grandes nomes do esporte. Uma delas reúne, de forma permanente, peças originais usadas por Pelé ao longo de sua trajetória.
A segunda vitrine apresenta atletas que simbolizam momentos emblemáticos da história do futebol, escolhidos em consonância com as exposições temporárias e com a agenda cultural do Museu. As camisas atualmente em exibição substituem o uniforme vestindo por Pelé na final da Copa do Mundo de 1970 e a réplica da camisa da Seleção Argentina de 1986, oferecida por Maradona a Rivellino.
Além de evidenciar a história de grandes nomes do futebol, a troca periódica de camisas também serve como uma forma de conservar o material têxtil das peças. Esse tem sido um desafio enfrentado pela curadoria do museu. A camisa usada por Pelé na final da Copa de 1970 sai da vitrine periodicamente para “descansar” na horizontal, além de passar por uma rotina de conservação preventiva realizada por uma especialista em têxteis.
O Museu do Futebol está localizado no Estádio do Pacaembu e possui diversas salas com exposições sobre a história do esporte. Além disso, é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, concebida pela Fundação Roberto Marinho.
