Uma parceria iniciada ainda na universidade deu origem à InHouse Market, rede de mercados autônomos 24 horas fundada em 2020 por Leonardo de Ana e Yan França. Os dois se conheceram em 2008, quando estudavam na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em Campinas (SP), e voltaram a trabalhar juntos mais de uma década depois.
Após seguirem trajetórias profissionais distintas, ambos como executivos em empresas internacionais, os fundadores se reencontraram em 2020 para transformar uma oportunidade identificada durante a pandemia em um novo negócio. A empresa surgiu em Fortaleza (CE) e se consolidou como a primeira rede de mercados autônomos do Nordeste.
Desde então, a InHouse Market expandiu sua atuação para mais de 1.800 lojas em funcionamento, distribuídas por mais de 320 cidades brasileiras. A empresa projeta ultrapassar R$ 200 milhões em vendas e avalia a expansão para outros países.
A formação e a experiência dos fundadores contribuíram para o crescimento do negócio. Leonardo de Ana é engenheiro da computação formado pela Unicamp, com mestrado em IT Management pela Indiana University, nos Estados Unidos, e experiência profissional em empresas como GE e Motorola. Yan França, também formado pela Unicamp, atuou em companhias como The Climate Corporation, Bayer e BTG Pactual, com foco em produto, consultoria e análise de mercado.
Segundo Leonardo de Ana, a proposta da InHouse Market está baseada na combinação entre tecnologia e eficiência operacional.
“A InHouse nasceu da combinação entre tecnologia, eficiência operacional e um modelo que facilita o acesso ao empreendedorismo. Entendemos que o varejo de proximidade precisava ser simples para o consumidor e viável para quem quer empreender”, afirma.
O modelo adotado pela empresa é o de licenciamento, diferente do formato tradicional de franquias, aliado ao uso de tecnologia própria. A estratégia permitiu a expansão acelerada da rede e posicionou os mercados autônomos como uma alternativa de conveniência para consumidores e de geração de renda para empreendedores.
“O modelo resolve um problema de conveniência e, ao mesmo tempo, cria uma oportunidade de geração de renda”, completa o cofundador.
